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domingo, 30 de maio de 2010

O Tesouro de Bresa

Há uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.
Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar. Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. Acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem. A pergunta importante não é "quanto vou ter?", mas sim "no que vou me transformar?" Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?". Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa. Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.
Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: "Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje". Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de "kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar.
Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: o de não mudar: "Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve".
Colaboração: Wilma

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Estratégias Mentais

O que você deve fazer de dentro para fora

 
 
Pense sempre, de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro!

Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um .atleta., treine muito.

Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A
maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.

Risque a palavra culpa do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para
espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os.

Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida.
Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.

Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa
mente.

Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa.
Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

A água purifica. Sempre que puder vá a praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos
fechados, imagine seu cansaço físico e mental e que toda a carga negativa está indo embora por água abaixo.

Ande descalço quando puder, na terra de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de
trabalho. Os escalde em água morna. Acrescente um pouco de sal para se descarregar.

Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às
plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.

Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos
fazer sentir vivos , aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo o impeça de tentar!

Liberte-se!!! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia.

Conheça novos lugares e novas pessoas.

Viva a Vida!!!!!

Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque... embora quem quase morre
esteja vivo, quem quase vive já morreu.

O medo nos afasta das derrotas....mas das vitórias também!!!!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O porteiro do prostíbulo



Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha
aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias,
criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao
porteiro disse:

-- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar
um relatório semanal onde registrará quantidade de pessoas que entram
e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

-- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler
nem escrever!

-- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando
aqui.

-- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida
inteira, não sei fazer outra coisa.

-- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos
dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu
sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora.

O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que
no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava,
com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas
só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas
completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois
dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.

E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

-- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

-- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que...

-- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

-- Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

-- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

-- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens
mais próxima está há dois dias mula de viagem.

-- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta
mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que
lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias ...aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o
esperava na porta de sua casa.

-- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de
algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,
mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho
de tempo para viajar para fazer compras . Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um
alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira.

Pagou e foi embora.

E nosso amigo guardou as palavras que escutara:

-- Não disponho de tempo para viajar para fazer compras.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para
trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de
dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato,
poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar
pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o
que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar
as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão
e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos
estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe
enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente.

Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua
loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou
que este poderia fabricar as cabeças dos martelos..

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras,
etc.. E após foram os pregos e os parafusos....

Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico
e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola
ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam
algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou
as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

-- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a
honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas
desta nova escola.

-- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria
prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

-- O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu
um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.
Eu pergunto: o que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?

-- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse
ler e escrever ... ainda seria o porteiro do prostíbulo!

Geralmente as mudanças são vistas apenas como adversidades..

As adversidades podem ser benefícios.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto;
procure as janelas.