quarta-feira, 5 de junho de 2013

Teoria das janelas partidas



TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou dois automóveis abandonados na via pública; dois automóveis idênticos, da mesma marca, modelo e até cor. Um deixado no Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.
Dois automóveis idênticos, abandonados em dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada lugar.
Resultou que o automóvel abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as janelas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, o automóvel abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.
É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando o automóvel abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.
O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.
Por que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido num automóvel abandonado transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que o automóvel sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a “Teoria das Janelas Partidas”, a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se se quebra um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o conserta, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são punidas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor às gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: grafites deteriorando o lugar, sujeira das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno delito, conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, o prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de “Tolerância Zero”.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão “Tolerância Zero” soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.
Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia. De fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.
Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Tolerância Zero: onde você permite e aceita os menores delitos, você permite que eles se tornem maiores... Vale para todos: cidadão comum, sem teto, polícia, governo... filhos!

Um homem curioso...




Um homem curioso...

Todos os dias, às 4 horas da tarde, entrava na biblioteca um homem de roupa cinzenta. Já trazia na mão o pedido do livro que desejava ler: "História da Groelândia". Recebido o livro, aliás, escrito em norueguês, ele se sentava em uma poltrona e se aprofundava em sua leitura até o sinal de que a biblioteca iria fechar, às dez horas.
Um dos empregados que trabalhava na biblioteca estranhou tal comportamento: quem seria este homem que gostava de ler, durante 6 horas, uma complicada história da Groelândia escrita em norueguês?
Durante 3 meses o estranho leitor pediu sempre o mesmo livro. Mas certo dia, porém, pediu um livro diferente: "A respiração dos escaravelhos"! E, durante 4 meses leu esse estranhíssimo livro, no qual ninguém lia.
Um dia, entretanto, o homem deixou de lado os insetos e fez um pedido que assombrou ainda mais o empregado: "Gramática descritiva e completa da língua chinesa".
O maior desejo do empregado da biblioteca era encontrar com esse curioso homem na rua, para poder questioná-lo sobre interesses tão diferentes.
Certa vez, quando o empregado ia para o trabalho, encontrou absorvido em pensamentos, o misterioso leitor. Aproximou-se dele e disse-lhe: - Eu tenho acompanhado os importantes estudos que o senhor vem fazendo neste último ano em nossa biblioteca. Desejo saber se o senhor publica estas informações originais e substanciosas em algum artigo de revista ou jornal.
- Ah meu caro senhor! - respondeu o homem com um sorriso - Não leio, nem estudo nem publico coisa alguma! Vou todos os dias à biblioteca unicamente para dormir! É a pura verdade! Sou muito pobre e sem família; sou obrigado a trabalhar a noite inteira, e durante o dia, à falta de outro cômodo, onde possa dormir com mais conforto, vou descansar na poltrona macia da biblioteca.
Mas ainda havia um ponto obscuro ao empregado: - Mas só para dormir você pede livros complicados?
- Eu mesmo não sei o que peço! - esclareceu risonho - eu só posso ficar no salão de leitura se eu pedir um livro, então eu peço o livro indicado no primeiro cartão do catálogo. Quando mudam a ordem dos cartões, eu peço, sem o querer, um novo livro! Mas para mim qualquer livro serve. Tenho sempre tanto sono!

Quanta simplicidade em uma vida corrida e de muito sono...

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ainda tomaremos um café juntos



AINDA TOMAREMOS UM CAFÉ JUNTOS

Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golfe.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim.
O professor, então, pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.
Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.
O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.
Os estudantes riam da situação, quando o professor falou:
"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossa vida. As bolas de golfe são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc... A areia representa todas as pequenas coisas”.
“Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golfe e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito... Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golfe em primeiro lugar. O resto é apenas areia".
Um aluno se levantou e perguntou o que representa o café.
O professor respondeu:
 “Que bom que me fizeste esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo."


Pare... tente avaliar bem as pessoas... procure descobrir o quanto elas podem ser valiosas na sua companhia.
        NE: Acredite sempre que podes ter encontrado o diamante!

A morte do responsável



A morte do responsável

Uma empresa estava em situação muito difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores estavam desmotivados, os balanços há meses não saíam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada. Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa.
Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar encontraram na portaria um enorme cartaz no qual estava escrito:
“Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento na empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esporte".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando seu crescimento na empresa.
A agitação na quadra de esporte era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava: "Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? Ainda bem que esse infeliz morreu".
Um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco, ficando no mais absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
Pois bem, certamente você já adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Pense nisso:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo.
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
É dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação.
O resto são desculpas.

 Você é o único responsável pela sua vida, em qualquer instância...